Procuração

É o ato de transferir poderes entre pessoas para a prática de atos juridico.

A finalidade das procurações

É uma preocupação que a toda hora observamos nas pessoas que tenham de outorgar uma procuração, seja para um advogado, contador ou para qualquer finalidade. Por isso sugerimos para aqueles que estão nesta situação que procedam exatamente como nos habituamos na nossa vida profissional, isto é, não deixem muito espaço em branco. No tópico dos poderes é importante que seja bem clara a finalidade da procuração. Se for para intervir em juízo ou iniciar algum procedimento judicial ou administrativo, escrever unicamente a finalidade desse procedimento ou intervenção. Não há necessidade de muitos outros poderes, basta que seja, por exemplo, receber algum valor (determinar esse valor e de quem vai ser recebido e se tiver poderes de quitação mencionar que será exclusivamente desses valores) e se for para propor algum procedimento judicial ou administrativo também na parte dos poderes deve ser determinado e explicitado o tipo de procedimento.

Quando há muita confiança entre outorgante e outorgado aí então podem entrar os chamados poderes especiais de transigir, assinar acordos, substabelecer, variar, desistir (o poder de receber e dar quitação é nossa sugestão para que seja bem especificado de quem e do que se trata esse recebimento e quitação, não devendo ser simplesmente receber e dar quitação).

Há também procurações que devem ser feitas em cartório e outras que podem ser feitas particularmente. Por exemplo, a procuração para um advogado pode ser feita no escritório e sem reconhecimento de firma, ao passo que uma procuração para venda de imóveis deve ser feita em cartório.

Fonte: ANOREG

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Tabelião

O tabelião de notas ou notário é o profissional do direito, aprovado em concurso público que, por delegação do poder judiciário, exerce a função de lavrar atos dotados de fé pública, conferindo-lhes autenticidade.